Quando há alguma lesão suspeita na pele, o dermatologista costuma recomendar uma biópsia para descobrir possíveis inflamações ou cistos de uma maneira mais precisa.

O procedimento evita a tentativa de retirar tumores e melanomas malignos através do clareamento ou da queima com laser, uma vez que pode piorar o quadro clínico.

O diagnóstico por biópsia pode ser realizado de quatro maneiras, sendo elas:

Biópsia por Shaving: Para lesões mais superficiais, essa biópsia costuma ser a mais recomendada. Na Shaving, aplica-se anestesia na área para raspar a parte superior da pele com uma lâmina, enviando posteriormente para análise.

Biópsia por Punch: Quando há uma lesão mais profunda, é realizado o Punch, no qual um cilindro penetra várias camadas da pele, retirando a parte que ficou dentro do instrumento e, então, diagnosticando problemas na derme, epiderme e na parte superior do tecido celular.

Biópsia incisional: Quando há tumor ou melanoma para ser diagnosticado, há a biópsia incisional, no qual há a retirada de fragmentos da lesão para obter uma análise detalhada do local.

Biópsia excisional: Neste caso, o procedimento é semelhante à incisional, mas há a retirada de todo o tumor, sendo esse procedimento utilizado principalmente em suspeitas de câncer de pele, havendo assim uma análise rápida das características da lesão.

Após ser realizada a biópsia, as amostras são enviadas para um patologista, que as examinará para chegar a um diagnóstico, averiguando a existência de algum tipo de condição ou se há a possibilidade de obter através da lesão.