As células possuem um ciclo natural, que é o nascimento, funcionalidade, perda da utilidade e morte. Em certos casos, porém, a subdivisão não obedece a essa ordem, ocasionando no surgimento de tumores, podendo ser benignos ou malignos.

No caso dos tumores benignos, são cinco os principais tipos, sendo eles:

Pintas

Elevações que se formam na pele quando há uma aglomeração de melanina. Quando são pequenas e simétricas, elas são benignas e não apresentam riscos para quem possui.

Ceratoses seborreicas

Mais comum em idosos, nas ceratoses há a acumulação de queratina na pele, originando crostas ásperas e lisas no local.

Hemangiomas

Geralmente acontece na infância, principalmente no primeiro ano de vida, e é o crescimento de um ou mais vasos sanguíneos, resultando em uma vermelhidão na pele. Geralmente, essas lesões regridem com o tempo.

Lipomas

Quando o tecido adiposo acumula células em determinada parte do corpo, há a formação desses tumores, na mesma cor da pele, com uma média de dois a três centímetros.

Verrugas

Causadas pelo vírus HPV, as verrugas são caroços que se formam na pele, em grupo ou isoladamente, podendo espalhar facilmente para outra área do corpo e, geralmente, sumindo com o tempo.

 

Quando o crescimento irregular avança de forma desordenada, elas se tornam tumores malignos, que podem ser de três tipos:

Carcinoma Basocelular

Esse tumor aparece na pele quando há o crescimento irregular na camada mais profunda da epiderme. Esse é o câncer mais comum, mas é o menos agressivo.

Carcinoma Espinocelular

Originado nas células epiteliais e nas mucosas, essa carcimona acontece quando um nódulo evolui, inflamando ao seu redor e podendo virar uma metástase.

Melanoma

Uma espécie de evolução da pinta, que se torna grande, irregular e disforme. No Melanoma, as células da melanina crescem em demasiado, se tornando cancerígenas e podendo invadir órgãos vitais. Esse câncer é o mais perigoso que existe, por isso é importante ir ao dermatologista no momento de seu surgimento.

 

Tanto os tumores benignos como os malignos podem ser retirados, mas para isso é necessário consultar frequentemente o dermatologista, havendo assim o diagnostico mais preciso possível.